“Não há organização criminosa que sobreviva sem a participação do Estado”
Promotores do Gaeco – Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado afirmam que a maioria das organizações que perseguem não se abriga nos presídios nem nos pontos de venda de drogas. Estão no caixa 2 de bancos e instituições financeiras, em grandes lojas envolvidas com carga roubada, em órgãos da administração pública. E afirmam: “Não há organização criminosa que sobreviva sem a participação do Estado”. Leia a entrevista completa e explosiva com os promotores José Carlos Blat, Márcio Christino e Roberto Porto concedida à revista Caros Amigos e publicada na edição de Abril de 2007. Ler entrevista.
quarta-feira, maio 23, 2007
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